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Dicas sobre Queda de Cabelos

Conheça nossas dicas importantes sobre o tratamento da queda de cabelos.

Dicas para evitar a Queda de Cabelo

A queda de cabelo pode ter inúmeras causas e aqui estão 5 dicas fáceis para tratar e evitar a queda de cabelos.

• Lavar os cabelos pelo menos 2 vezes por semana. Não é necessário lavar todos os dias, à menos, que você tenha os cabelos muito oleosos. O ideal é lavar sempre que os cabelos estiverem sujos, e este tempo pode variar de pessoa para pessoa;
• Investir numa alimentação saudável, rica em vitaminas e minerais pois isto vai ajudar a fortalecer a raiz do cabelo, restringindo a sua queda;
• Enxaguar muito bem os cabelos retirando todo o shampoo e o condicionador. Este cuidado evita a oleosidade da raiz, evitando a queda de cabelo;
• Desembaraçar os cabelos ainda no banho quando passar o creme ou condicionador, começando o processo pelas pontas, deixando a raiz por último;
• Só prender os cabelos quando eles estiverem bem secos, pois ao prender os cabelos ainda molhados ou úmidos, a raiz pode sofrer danos, favorecendo a queda.


Causas da Queda de Cabelos

A queda de cabelo é um dos problemas mais comuns entre as pessoas. As causas para esse problemas são diversas.

• Genética e fatores hormonais: Os dois fatores podem levar à alopecia androgenética, a calvície. Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Restauração Capilar apontam que cerca de 25% das brasileiras entre 35 e 40 anos apresentam ou vão apresentar algum grau de calvície – os fios vão rareando na parte de cima da cabeça, na região da testa, e, dependendo do estágio, chega a dar para ver o couro cabeludo.
• Stress, anemia, alterações na tireoide, dieta pobre em proteína: Esse problemas representam a segunda maior causa de queda capilar. Os fios pulam da fase de crescimento para a de repouso, antecipando a queda.
• Alisamento ou clareamento: Se for bem feito e respeitar o intervalo dos retoques, o único prejuízo é o ressecamento. Porém, como o alisamento rompe as pontes de hidrogênio e de cisteína do fio para mudar a textura dele, qualquer imprudência pode deixá-lo quebradiço.
• Penteados: Quaisquer penteados, quando muito apertados podem danificar a fibra capilar e causar a queda de cabelo.
• Doença autoimune: É aquela que faz o cabelo cair de repente, deixando pelada uma área do tamanho de uma moeda de 1 real. Ela ocorre porque o organismo desenvolve anticorpos contra o bulbo capilar, que deixa de produzir fios. As vítimas preferenciais têm entre 15 e 29 anos.
• Dieta pobre em carne vermelha: na falta do alimento, há o risco de você absorver menos ferro, o que compromete a chegada de oxigênio ao bulbo capilar. Logo, o fio nasce fraco.
• Excesso de gordura, açúcar, cafeína e álcool: ao aumentar a chance de ter caspa e produzir mais radicais livres, esses fatores em conjunto aceleram o envelhecimento do cabelo, deixando-o quebradiço.
• Redução calórica: os fios são tão sensíveis que um corte de 100 calorias, o que equivale a um copo de suco de laranja ou uma barra de cereais com chocolate, pode acentuar a queda.


Diferença entre Calvície e Queda de Cabelo. Você sabe qual é?

É bem comum encontrar pessoas que tenham dificuldade em diferenciar calvície e queda de cabelo, uma vez que ambos se consolidam com a mesma característica: a perda de cabelos. Apesar de terem manifestação com a mesma característica, as diferenças entre uma coisa e outra são muitas.

A começar pela calvície, que é um fator hereditário e ocorre principalmente em homens, no geral acima dos 35 anos. É uma doença genética que incomoda muita gente, mas que, para ela, existe tratamento: um dos mais eficazes é o transplante de cabelo, que consiste em tirar fios de cabelos de áreas onde eles não fazem tanta falta, como pernas e costas, e colocá-los na cabeça, através de procedimento cirúrgico.

A técnica com maior índice de sucesso para tratamento da calvície data de 1986, quando o cirurgião brasileiro Carlos Uebel propôs o uso de enxertos mais reduzidos de cabelo. Essa técnica permite hoje transplantar de um a quatro fios de cabelo e suas glândulas sebáceas, além dos músculos eretores dos fios, em grandes grupos, permitindo que os cabeços cresçam mais rápidos e a taxa de rejeição seja baixa. Implantes capilares para quem sofre de calvície podem ser feitos através de laser, com anestesia local para o procedimento.

Já a queda de cabelos pode ser um problema passageiro, devido à má nutrição do organismo, ou sintoma de alguma doença que, se tratada, consegue eliminar essa característica. Médicos e especialistas em cabelos são categóricos ao afirmar que a saúde capilar reflete o estilo de vida e alimentação de cada pessoa, e um menu mais nutritivo, saudável e variado pode mudar a realidade de um quadro de queda de cabelo. Quando a queda se apresenta como sintoma da doença, geralmente termina com o tratamento da doença ? ou pode ser até fator causado pelo tratamento, como no caso das quedas de cabelo por conta de quimoterapias e outros tratamentos químicos agressivos.

O mais importante é sempre procurar um médico para saber qual é a melhor saída para evitar a queda de cabelo. E não se desesperar com os poucos fios que caem diariamente, uma vez que em quantidade reduzida à queda é normal e esperada. Trata-se da renovação capilar e eliminação de fios mortos. Para as mulheres, evitar tratamentos químicos e a dupla escova-chapinha também pode ajudar a eliminar a queda indesejada dos cabelos.

E você, conhecia a diferença entre a Calvície e a Queda de Cabelo? Acredito que este post conseguiu sanar as dúvidas que ainda existiam quando o assunto era a diferença entre essas duas formas de perder cabelo. O mais importante é que você procure sempre seu médico e mantenha-se informado, para assim, evitar a queda de cabelo.


Causas de Queda de Cabelo

1- Calvície masculina

Se você:

É homem;
Tem casos de calvície na família;
Começou a desenvolver entradas, recuo da linha de nascimento dos cabelos na testa e/ou raleamento dos fios no topo da cabeça;
Observa o avanço gradativo desse quadro ao longo de vários meses ou anos (a perda de cabelo não começou de repente);
E não apresenta outras queixas significativas (não tem coceira, dor ou inchaço na cabeça, por exemplo);
É muito provável que você tenha alopecia androgenética, a maior causadora de calvície masculina no mundo.

O quadro tem fundo genético (se o seu pai, tios ou avós têm calvície, a probabilidade de você também ter é grande) e é causado por um hormônio masculino derivado da testosterona (chamado di-hidrotestosterona ou DHT), que reduz progressivamente a atividade dos folículos capilares e torna os fios cada vez mais finos, podendo fazer com que eles parem de nascer por completo.

A alopecia androgenética não tem cura definitiva, mas existem diversas opções de tratamento. A finasterida, as loções de minoxidil e os shampoos de cetoconazol são algumas das mais utilizadas, mas existem várias outras alternativas ? clique aqui para conhecer mais sobre elas.

O transplante capilar apresenta resultados animadores nos casos mais severos, e a prótese capilar é uma alternativa não cirúrgica, de efeito imediato e que também tem bons resultados.

2- Calvície feminina

Os homens são os mais atingidos pela alopecia androgenética, mas ela também causa a queda de cabelo feminino. A diferença é que, em vez de desenvolver o padrão clássico da calvície masculina, as mulheres costumam apresentar uma forma mais difusa e distribuída por todo o couro cabeludo. Além disso, a versão feminina costuma se manifestar mais tarde do que a masculina (muitas vezes só depois da menopausa).

Nem todas as opções de tratamento para a alopecia androgenética são ideais para mulheres, mas existem várias alternativas e versões adequadas para o combate da calvície feminina.

3- Dietas rígidas

Dietas muito restritivas (que proíbem ou diminuem demais o consumo de alguns tipos de alimentos) podem causar deficiências nutricionais sérias ? e o cabelo pode ser um dos primeiros afetados.

O corpo utiliza uma série de substâncias (proteínas, minerais, lipídeos, etc) para manter os nossos folículos capilares funcionando. Esses recursos também são necessários em outras partes do corpo, portanto se algum deles estiver faltando, o organismo prioriza os órgãos e sistemas mais importantes.

O cabelo é um dos últimos da fila: se não tiver nutriente pra todo mundo, provavelmente ele é que vai ficar sem.

Por isso, desconfie sempre de dietas ?mágicas? ou muito radicais ? o seu cabelo é que pode acabar pagando o preço. Continue lendo para conhecer alguns dos desequilíbrios nutricionais mais comuns nos casos de queda de cabelo.

4- Perda de peso

A queda de cabelo associada a uma grande perda de peso pode ter várias explicações. Uma delas é que o emagrecimento pode ter sido causado por uma dieta muito radical, como acabamos de ver, ou por um quadro de hipertireoidismo.

Pode ser também um caso de eflúvio telógeno, um tipo de queda de cabelo temporária que pode acontecer quando o corpo passa por qualquer grande mudança ou impacto. Nesse caso, a tendência é que o cabelo pare de cair assim que o corpo se estabiliza com o novo peso.

5- Falta de proteínas

Como o nosso cabelo é feito de proteínas (mais especificamente de queratina), é possível que baixos níveis de proteína na alimentação possam prejudicar a produção normal dos fios.

Esse não é um problema muito comum, porque a nossa alimentação normal costuma ser rica em proteína, mas pode acontecer nos casos de dietas que restrinjam alguns alimentos, de transtornos alimentares (como anorexia e bulimia) ou da síndrome da má absorção.

Os vegetarianos também devem ficar atentos: como grande parte das fontes de proteína é de origem animal (carne, peixe, frango, ovos, leite e derivados), pode ser necessário compensar a ausência de alguns desses alimentos com outras opções (como a soja, o feijão e a lentilha, por exemplo).

Tenha cuidado com os suplementos de proteína. Eles costumam ser voltados para pessoas que praticam atividades físicas intensas, e são fáceis de encontrar no mercado, mas o excesso de proteína no organismo pode causar problemas (como náusea, diarréia e danos aos rins), portanto o ideal é consumi-los apenas com acompanhamento médico.

Pelo mesmo motivo, é bom ter cuidado também com as dietas de alto consumo de proteína (com redução acentuada de carboidratos ou outros grupos alimentares). Consulte um nutricionista antes de pensar em fazer qualquer alteração radical na sua alimentação.

6- Falta de ferro

Muitas pessoas que têm queda de cabelo também apresentam níveis baixos de ferro. A ciência ainda não conseguiu estabelecer com clareza qual é a relação entre as ocorrências, mas muitos especialistas observam melhoras significativas na queda de cabelo dos pacientes quando os níveis de ferro são melhorados (e vários médicos acreditam que não é preciso estar anêmico para se beneficiar desse tipo de medida).

Na dúvida, melhor tomar um suplemento de ferro, certo? Errado!! O excesso de ferro no sangue também causa problemas muito sérios, portanto qualquer tipo de suplementação deve ser sempre acompanhada por um médico.

Se você suspeita que pode estar com deficiência de ferro (outros sintomas associados são cansaço, desânimo, dores de cabeça, falta de fôlego e palidez das mucosas), o primeiro caminho é buscar solucionar o problema naturalmente, pela alimentação. Carne vermelha, feijão, lentilhas, tofu e espinafre são algumas opções de boas fontes naturais de ferro (e acredita-se que, quando associada à vitamina C, a absorção do ferro é ainda maior).

7- Falta de vitaminas do complexo B

O chamado complexo B envolve uma série de vitaminas:

B1 (Tiamina)
B2 (Riboflavina)
B3 (Niacina)
B5 (Ácido pantotênico)
B6 (Piridoxina)
B7 (Biotina)
B9 (Ácido fólico)
B12 (Cobalamina)
Elas participam dos processos digestivos, do desenvolvimento muscular e da saúde de várias partes do corpo (como fígado, nervos, olhos, pele e cabelos), além de ajudar a prevenir a falta de ferro (que também pode estar ligada à queda de cabelo).

As vitaminas do complexo B são encontradas nos derivados do leite, ovos, carne, fígado, cereais, legumes e verduras. Uma alimentação diversificada fornece os níveis necessários, mas algumas dietas restritivas podem causar deficiência de alguma das vitaminas. A B12, por exemplo, é encontrada principalmente nos produtos de origem animal, portanto muitos vegetarianos acabam precisando de suplementação.

Pessoas que fizeram cirurgia bariátrica ou que tenham outros problemas de absorção de nutrientes podem desenvolver deficiência de várias vitaminas. É recomendável conversar com o seu médico e avaliar a necessidade de consumir algum suplemento ou fazer alterações na alimentação para compensar esse efeito.

8- Excesso de vitamina A

A vitamina A é importantíssima para a nossa visão, para a saúde da pele, do sistema imunológico e uma série de outras funções. Mas a hipervitaminose A (excesso da vitamina no organismo) pode acabar causando queda de cabelo (além de outros sintomas como diminuição do apetite, pele seca, tonturas, dores de cabeça e danos ao fígado).

É extremamente difícil ter excesso de vitamina A apenas com a alimentação normal (a menos que você seja um esquimó e consuma grandes quantidades de fígado de animais todo dia ? ). A maior parte dos casos atuais de hipervitaminose A é associada ao consumo excessivo de suplementos vitamínicos e a alguns medicamentos (como os retinóides, que são derivados da vitamina A).

9- Excesso de vitamina C

Quando o assunto é cabelo, a vitamina C costuma ser mais heróina do que vilã, na verdade. Ela ajuda a aumentar a absorção do ferro no nosso organismo (substância fundamental para a nossa saúde e para o bom crescimento dos fios).

Porém, o excesso de vitamina C pode aumentar a concentração de alguns fungos que agravam os quadros de caspa e ptiríase (problemas que podem causar a queda dos cabelos). Outras possíveis complicações são o aumento da chance de desenvolver pedras nos rins, problemas digestivos e aumento da acidez da urina (o que pode provocar irritações).

O excesso de vitamina C é ainda mais raro que o de vitamina A, porque o nosso organismo consegue eliminá-la com bastante facilidade. Porém, como ela é conhecida por ter muitos efeitos positivos, muita gente pode exagerar e consumir suplementos vitamínicos em doses altas demais (acima de 1.000 mg por dia).

O consumo regular de frutas, legumes e verduras frescos já deve ser suficiente para fornecer toda a vitamina C que o seu corpo precisa, sem risco de efeitos colaterais.

10- Excesso de vitamina E

A vitamina E tem um poderoso efeito antioxidante, protegendo as células contra a ação dos radicais livres. Acredita-se que ela possa prevenir ou aliviar os sintomas de várias doenças, como a síndrome de Alzheimer, distúrbios cardiovasculares e até mesmo alguns tipos de câncer.

Mas apesar de todos os seus benefícios, é preciso evitar também o excesso da vitamina E, pois ela é capaz de ?afinar o sangue? (efeito parecido com o da aspirina) e prejudicar a absorção de ferro (que é importante para a boa saúde dos cabelos).

As fontes naturais de vitamina E (óleos vegetais, amendoim, amêndoas, ovos, manteiga, algumas verduras) são frequentes na nossa alimentação normal, mas é muito difícil ter excesso da vitamina apenas através dos alimentos. Novamente, o maior perigo é a suplementação exagerada. Não são necessários mais do que 15 mg por dia, e doses acima de 250 mg são consideradas excessivas.

11- Falta ou excesso de iodo

O iodo é um mineral fundamental para o funcionamento da tireóide. A sua falta ou excesso podem agravar quadros de hipotireoidismo ou hipertireoidismo, e ambos os problemas estão relacionados à queda de cabelo, portanto é importante manter os níveis de iodo bem equilibrados.

A deficiência de iodo é muito rara atualmente. Ele está presente em alguns alimentos que consumimos regularmente (como peixes e frutos do mar, ovos, leite e fígado), e também é inserido no nosso sal de cozinha. Baixos níveis de iodo costumam ser resultado de dietas muito restritivas, e níveis elevados normalmente acontecem devido a suplementação excessiva ou consumo exagerado de alimentos como algas e mariscos.

12- Falta ou excesso de selênio

O selênio é fundamental para o crescimento dos queratinócitos (células que formam os fios de cabelo), e também pode melhorar os quadros de caspa (uma das possíveis envolvidas nos quadros de queda). Ele é encontrado nos grãos (trigo, arroz, milho), peixes e frutos do mar, fígado, carnes e aves, mas nenhuma dessas fontes supera a castanha do pará, que é riquíssima em selênio.

Vale inclusive um alerta: evite consumir mais do que duas ou três castanhas por dia, pois o excesso de selênio também pode fazer os cabelos caírem. Cuidado também com os suplementos, que podem acabar elevando as taxas muito acima do nível ideal.

13- Falta ou excesso de zinco

O zinco participa do processamento das proteínas no nosso corpo e da síntese do DNA, duas funções importantes para a reprodução das células no folículo capilar. Ele também é utilizado na produção dos hormônios da tireóide, e em alguns casos o tratamento do hipotireoidismo pode não resolver a queda de cabelos até que os níveis de zinco sejam normalizados.

O zinco também é importante na produção da testosterona, mas parece ter algum efeito inibidor na conversão do hormônio em di-hidrotestosterona, a versão que é responsável pela alopecia androgenética. Ou seja, é possível que quem sofre com a calvície clássica também possa se beneficiar com a melhora dos níveis de zinco no organismo.

Algumas fontes naturais de zinco são as ostras, carne vermelha, fígado, ovos, castanhas, mariscos, camarões e alguns produtos de soja. Quem não atinge os níveis recomendados apenas através da alimentação pode se beneficiar de suplementação de zinco, mas é preciso cuidado porque o excesso pode prejudicar a absorção de outros nutrientes, como o ferro e o cobre, e acabar piorando a queda de cabelo.

14- Alisamento e modelagem térmicos

Muitas vezes pode parecer que o seu cabelo está caindo, quando na verdade ele está se quebrando. A aplicação de calor excessivo (com secadores, pranchas, babyliss e modeladores de cabelo) pode danificar a estrutura dos fios, tornando-os mais frágeis e suscetíveis a se partirem.

O risco de dano é maior ainda quando o cabelo está molhado. As partículas de água, ao entrarem em contato com uma fonte de calor intenso, podem mudar de estado físico (passar de líquido para gasoso) com muita rapidez. O processo pode causar ?bolhas? nos fios e fragilizar a cutícula (camada externa que protege o cabelo).

O ideal é sempre utilizar o mínimo de calor possível: manter a chapinha em temperaturas mais baixas e o secador distante dos fios (nada de encostar a saída do ar quente no cabelo!). Produtos que ofereçam proteção térmica também podem ajudar a amenizar os danos.

15- Banho muito quente

Muita gente adora um banho escaldante, principalmente nos meses mais frios. Mas se você é uma dessas pessoas, saiba que isso pode estar prejudicando o seu cabelo. A água quente demais pode deixar os fios ressecados e com as cutículas abertas (o que faz com que eles fiquem mais frágeis), além de irritar a pele do couro cabeludo.

Nos casos em que a queda de cabelo está associada a algum tipo de infecção (como a caspa ou a psoríase, por exemplo), a água muito quente pode acabar piorando o quadro e acelerar mais ainda a perda dos fios.

16- Excesso de força no manuseio dos fios

Duas coisas que muita gente acha normal mas que a partir de hoje você não deve aceitar mais:

Sentir dor ao desembaraçar os cabelos;
Ficar com o pescoço tenso pra evitar que a cabeça seja puxada pra trás enquanto alguém faz uma escova no seu cabelo.
Usar força demais para manusear o cabelo pode causar tensão demais na raiz dos fios e causar alopecia por tração: o trauma físico sofrido repetidamente pelos fios pode fazer com que eles parem de nascer.

Pra desembaraçar, o ideal é começar pelas pontas, depois desembaraçar do meio pras pontas, e só por último pentear desde a raiz. Jamais fique puxando o pente pra baixo com força (isso só serve para arrancar alguns fios e arrebentar os outros!). Se o cabelo estiver muito embolado, aplique um óleo capilar para ajudar a lubrificar e soltar os fios.

Para fazer escova, o melhor é retirar ao máximo o excesso de umidade antes de começar (para reduzir o tempo em que o cabelo fica tensionado durante o procedimento) e trabalhar com mechas pequenas (que permitem mais controle e não exigem tanta força para ficarem esticadas).

17- Penteados apertados

Rabos de cavalo muito apertados, coques como os das bailarinas e penteados com tranças muito rentes ao couro cabeludo causam muita tensão nos fios, o que pode fazer com que eles sejam arrancados dos folículos. A longo prazo, é possível que surja alopecia por tração.

Atenção também aos acessórios utilizados para prender o cabelo, como elásticos, presilhas e fivelas. Além de os modelos muito apertados aumentarem a tensão nos cabelos, alguns podem danificar também a estrutura dos fios, dobrando-os e fazendo com que se quebrem. Prefira os modelos encapados com tecido, sem pontas ou laterais muito afiadas.

18- Química muito agressiva

Os descolorantes, tinturas e alisamentos químicos mexem com a estrutura dos fios, abrindo a cutícula capilar e dando acesso ao córtex (clique aqui para entender como eles funcionam). Durante a realização desses procedimentos o cabelo fica extremamente exposto e frágil, e se eles não forem feitos corretamente os fios podem ficar opacos, porosos, ressecados e quebradiços. Para evitar esse risco, procure sempre um profissional confiável e faça um teste numa mecha pequena antes de aplicar o produto no cabelo inteiro.

Vale a pena mencionar à parte os alisantes que utilizam formol ou glutaral. Nenhum deles é autorizado pela Anvisa, pois podem causar danos sérios à saúde. Queda de cabelo, ardência nos olhos e irritação na pele do couro cabeludo e nas mucosas da boca e do nariz são os menores problemas: essas substâncias já foram associados até mesmo ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer. A saúde dos seus cabelos ? e a sua vida! ? não valem esse risco.

19- Período menstrual

Algumas mulheres costumam ter queda de cabelo mais acentuada durante o período menstrual. Isso pode ter a ver tanto com a flutuação hormonal do período quanto com a perda de sangue (principalmente se o fluxo for muito intenso), que pode intensificar um quadro de deficiência de ferro (mineral que também é fundamental para o crescimento dos cabelos).

Se o caso for brando, pode ser que um reforço na alimentação consiga aumentar os níveis de ferro e reduzir a queda dos fios. Nos quadros mais severos, é interessante conversar com um médico (ginecologista ou endocrinologista) e avaliar se os níveis hormonais estão dentro do normal. Irregularidades no ciclo menstrual podem ser um sintoma da síndrome do ovário policístico, que também pode estar relacionada à queda de cabelo.

20- Síndrome do ovário policístico

Uma das características da síndrome do ovário policístico é a produção de hormônios androgênicos em níveis maiores que o normal. Alguns desses hormônios estão associados à alopecia androgenética (que causa a maioria dos casos de calvície), e podem favorecer a queda de cabelos.

Outros sintomas comuns são acne, hirsutismo (desenvolvimento acentuado de pelos no corpo), ganho de peso e irregularidades menstruais. Se você suspeita que pode ser esse o seu caso, procure um ginecologista. Assim que o diagnóstico for confirmado e a síndrome for tratada, a queda de cabelos deve ser resolvida.

Em alguns casos a síndrome do ovário policístico pode estar associada a outros problemas, como diabetes, hipertensão, hipotireoidismo, psoríase e transtornos alimentares. Como essas ocorrências também têm relação com a queda de cabelo, vale investigar se alguma delas pode ser a real causadora do problema.